sábado, 10 de agosto de 2013

Sangue sutil

Há sangue em meus dedos
Há um símbolo oculto
O culto ao medo assusta o covarde
O sangue seco, frio
Sem cheiro e sem alarde

Há sangue em meus dedos
uma mensagem secreta
Um segredo esquecido
A lembrança inconcreta
O sangue frio, seco
Sem cheiro e sem alarido

(Itacaré - 21/2/12)

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