quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Maltrate-me, por favor!

Parece que isso está estampado em minha cara: "sou um escroto, me sacaneie!", porque desde que eu me entendo por gente tudo o que eu recebo gratuitamente é desconfiança. Parece até brincadeira, é brincadeira? Eu já não saio como antes, não vou mais tanto ao rock há um ano e mesmo em Gerônimo que eu ia toda terça deixei de ir por causa dos pedais e por algum mistério que nem eu sei. O que eu sei é que sempre me apresentam a alguém que me diz que já me conhece de algum lugar (mas nunca falou comigo). Tem gente que me preza nesse meio, mas o que mais encontro é alguém me tirando.
Eu não faço idéia da imagem que os que me conhecem de vista tem de mim, mas eu não me importo muito a não ser quando isso me importuna. Tem mulheres que olham e a gente pensa que é "mole" mas depois toma um "batê" e fica no ar; tem uns caras que ficam nos encarando, mas nessa cidade gay pra caralho eu não quero nem saber, aí nego acha que eu sou tirado. (Ah vá se fuder!) É uma vida insana. Quando eu consigo travar conhecimento com alguém novo vira e mexe penso que era melhor ter ficado em casa. A culpa é minha pelas decepções, eu não preservo minha imagem e me relaciono com todo tipo de gente. Sempre. Eu odeio pessoas, mas amo gente. Infelizmente não dá mais pra ser assim.
Já teve gente me acusando de coisa que eu tenho até medo de pensar, por brincadeira, por maldade, por demência... Eu nem me defendo porque muitas vezes é uma coisa tão imbecil que não merece minha atenção, mas isso cria um certo mito e muita desconfiança em quem não me conhece.
Tudo o que eu tenho a dizer a esses que me encontram por aí é que eu sou duro, mas também me quebro, sinto dor como qualquer um, me magôo, acredite. Reclamo de tudo o que eu não acho coerente, mas não sou santo nem demônio, acredite também. Não peço simpatia, mas não quero ser visto como inimigo de quem quer que seja. Não tenho inimigos conhecidos e minha lista de amigos ainda cresce, graças a Jah!

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