quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Blogger life 002

"O que me entristece não é o fato de não ter sido agraciado com a benção do amor daquela garota no passado. O que é foda, muito foda, é ver que hoje além de ter perdido toda a sua jovialidade e graça, também se tornara uma completa imbecil." Esse pensamento já me ocorreu algumas vezes e eu sei o quanto é mau e quão cretino é. Mas eu me lembrei quando me deparei com uma garota de seus 16 anos com um filho no braço e outro, parece, a  caminho. Lembro-me de tê-la visto algumas vezes no Beco da Baiúca e no Iguatemi (ambos em Pericity) com seus micro-shortes semi-cobrindo sua farta polpa.
Tudo se torna belo quando estamos bem. Uma criança cantarolando as ordens de sua mãe enquanto corre alegremente em direção à uma venda. Quase não sabe falar direito, mas já sabe fazer música. Criança da faleva, descalça, imunda e só de "caçola" e seus 80 centímetros de altura. Alguns animais poderiam devorá-la. Ponto para a vida urbana. As crianças são nosso maior tesouro. (Não. Não quero ser pai ainda.)
Tem sempre alguém me acusando de dar em cima de alguém que não devia, uma amiga, uma ex de alguém, uma anta, um cara... um cara, man? Pire aí! O maluquinho chegou no bar e perguntou: "você pega mulher também?" Como assim, man?! Enfim... um dia desses eu vou duvidar de minha preferência... eu sou meio homem das cavernas, pra mim homossexualismo é pura viadagem, mas se forem duas amigas eu tô dentro. Acho que isso é compreensível, né? (Tô sendo politicamente correto?) Tenho uns amigos muito aviadados e uns até baitolas mesmo, mas amigo é amigo, amiga é amiga e amor é amor.
Acho que hoje vou bater um pedal sozinho. Preciso de um silêncio que nenhum quarto fechado pode criar, quando o mundo está alheio a sua presença e flui, e você pode ver, e sentir, e escutar o nada e isso é tudo. É bom ter um parceiro, é melhor ter uma parceira, mas ficar só também tem seu valor.
O carnaval vem aí e eu não queria sair, mas é impossível ficar nessa cidade. Não, vai que até é possível e pode ser divertido, mas não, eu não quero ver, ouvir, saber, respirar nada relacionado ao carnaval, ou à música ou a coisa alguma. Quero apenas a paz de todos os dias. Aquela de lugar nenhum.

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