quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Tu vais à posse do Trump?

A gente tá tão acostumado a reclamar da internet lenta demais que quando ela acelera demais parece que fica tirando onda com a nossa cara. Mas eu sou chato e não desisto nunca. Fico tentando ter a mesma velocidade para escrever texto, conversar por escrito, ouvir e tirar a música a ainda saber o que estava fazendo com a inspiração que recebeu do passeio matinal.
O princípio da desgraciosidade ainda é "Salva primeiro e corrige depois!" Mas sabe aquele texto inspirado que você não salva? Ele fica ainda mais inspirado quando o computador trava e você fica pirado. Tá pirado e inspirado. Aparecem novas palavras cheias de amor pelo ódio que sentiu pelo que esqueceu de salvar.
Eu que sou um cavalo velho que não aprende nem mesmo truques de cavalos velhos decidi que é melhor brincar de criar mágicas novas!
Mas se procurar relaxar aparecem mais coisas pra lhe deixar mais ainda inspirado e agora pirado pra poder salvar. Só que é bom tentar não mudar tanto de janelinha pra não dar sorte ao Malazar. Sabe como é, né? De Pedro Malazartes até esses Malazareiro... - Janela demais pode machucar o "cutuvelo" - já dizia dona Cosinha lá no alto da sua fé. Os truques são puros enganos. Mágicas são pura magia.
Mas eu vou fazer minha pergunta mesmo assim, porque eu não vivo da vontade da anatel ou de Bill Gates ou qualquer bilhardário; muito menos a cultura brasileira vai ficar refém de qualquer defeito eletrônico ou invasão "memética" de rede social. É mangue, é?
Mas a inspiração do texto era outra. Ia fazer uma pergunta crucial para o desenvolvimento cultural da música brasileira. Uma pergunta que poderia causar uma guerra entre fações, entre partidos políticos, sociólogos, filósofos e todo esse povo metido a besta. Mas aí o que aconteceu? O computador travou, a internet caiu e a porra do texto que ia envolver a pergunta que não tava salvo foi pra casa do cara'. (- se tivesse escrito no blogger? Foi escrever no facebook...) Ninguém pode me dizer se Gil ou Caetano tivessem nascidos brancos eles seriam artistas. Tudo bem! Eu entendo a probabilidade estranha dessa questão e a improbabilidade de sua resposta. Entretanto existe uma parceria tão forte e de dúvida igualmente cruel: "Você prefere a música de Roberto ou a de Erasmo?"

""MESMO QUE SEJA EU, QUE TUDO VÁ PRO INFERNO!""
Pra tocar você, pra sua mulher, pro seu macho, na estrada, em casa, pra brincar, pra dormir, pra acender o baseado das 16:20 do dia da posse do presidente americano...???
Sei que é uma pergunta simples, mas só esses 2 caras já devem ter separado mais casamentos que todos os adultérios do subúrbio. É como se em um dado momento o inimigo público número 1 do mundo te convidasse pra um jantar. (Diga que não tem roupa nova e não vá! Vá por mim!)

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