domingo, 20 de outubro de 2013

Nuances de uma criminalística cega

Cena 1
Um carro acelera, avança sobre uma moto e a joga fora da pista matando seus ocupantes na hora. O carro então é jogado contra um muro. A motorista do carro é socorrida e levada ao hospital e lá diz que estava sendo vítima de sequestro e acelerou o carro porque o assaltante percebeu que o motociclista o havia visto e identificado e pisou no acelerador até que atingisse a moto, então a sequestrada numa ação de desespero jogou o carro contra o muro mais próximo a fim de que aquele pesadelo tivesse um fim breve. Infelizmente o sequestrador fugiu ileso.

Cena 2
Uma mulher sai de casa para ir ao trabalho. De TPM, apesar da idade e da profissão, médica, e numa daquelas crises de meia-idade,  no caminho é surpreendida pelo seu "novo jovem namorado" com o que ela julga ser uma garota de programa na garupa de sua moto. Enlouquecida ela joga seu carro em cima dos dois, mas quando se dá conta que está louca joga seu carro contra o obstáculo mais próximo, mas não um poste, pois ela não quer morrer apenas parar o carro. O atendimento médico chega e ela é levada para o hospital onde ela tenta se recuperar e talvez recuperar a sanidade para encarar a sua condição de assassina.

Cena 3
O jovem sarado com sua moto potente, chama a coroa em seu carro também potente para um pequeno pega de sinal a sinal. Os dois saem em disparada, mas algo acontece e a mulher perde o controle de seu carro e abalroa a moto jogando-a contra um poste em seguida ainda com o carro descontrolado bate num muro e fica desacordada até que o socorro a encaminhe ao hospital.

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