terça-feira, 22 de novembro de 2011

Lá-pá meia-noite...


21/07/2006 - 
Estava lá parado outra vez. Ponto 41, 40, sei lá! Estava no 41 agora: Base Naval e Fazenda Coutos. Antes disso? Fui comer água com o pessoal do trabalho. Bebi até umas 23:00. Parelela é foda! Não tem buzu direto pra Pericity. Achei 50 centavos todo “atropelado” no ponto e a 1ª coisa que eu pensei foi: “Estou com sorte! Não devo dormir no busu.”Peguei o primeiro Lapa que apareceu e cheguei lá bem antes que pudesse parar de futucar o celular para ver para quem eu ligaria para tomar uma em PeriCity. Na Lapa, a essa hora da noite, não é muito bom de se falar ao celular.
Desci do busu, desci as escadas da Lapa e fui pro ponto esperar minha “carroça”, para a suburbana. O ponto 41: Base Naval x Lapa / Fazenda Coutos x Lapa.
Vi um ônibus vindo de lá. Na minha mente pareceu claro: “Lapa x Base Naval”. Saí de perto do corrimão, lado oposto, e me dirigi ao local da parada. Olhei para o outro lado, não havia ônibus nenhum. Olhei em todas as direções e nem sinal do bendito busu. “Teria eu sonhado? Estou tendo alucinações só com cerveja?” Comecei a caminhar pela plataforma a fim de que as pessoas que também aguardavam o ônibus encostadas ao corrimão, do lado oposto ao que se sobe no carro não percebessem o meu “mole”. Ninguém se movera.
Chegaram diversos outros ônibus, os minutos passavam e eu olhando para a placa “41” ainda inconformado. A essa altura a minha preocupação era o cansaço: “será que eu dormiria no busu de novo?” Finalmente o tal Lapa X Base apareceu. Eu não tinha “viajado” ele é que tinha parado atrás das escadas para “fazer o horário”. Subi. Claro que eu adormeci, mas dessa vez consegui acordar exatamente um ponto antes do meu.
Cheguei em Iara, na verdade bar de Hamilton, zero-hora em ponto. Olhei procurando os parceiros de sempre, mas nenhum deles estava lá, então fui em direção à praça, à procura de alguém legal para tomar a de ir dormir.
Tomei umas com Jeferson (Ricardo) em Ricardo (Pedro), pois Tonhão (Big-Hair), pra variar, estava fechando e ele insiste em não mais me vender cerveja quando dá sua hora. Tomei duas e vim pra casa descansar a alma, mas ainda pensando no que poderia ter acontecido se eu tivesse dormido novamente no busão e acordado na Base Naval. E lá estava eu de volta ao ponto 41.

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