terça-feira, 2 de abril de 2013

A redundância ambígua de uma mente pervertida

"Man, relaxe que o mundo é maior do que nossa mente consegue, ainda, conceber! Estamos atrasados e alguns estão se colocando ainda mais à mercê da inútil moda de culto ao inútil do que ao mero prazer de observar o óbvio pensando com isso estarem acompanhando a evolução da espécie sem perceber que está se colocando na própria situação do fracassado, derrotado pelo tempo, pela moda e pelos estúpidos costumes sociais."
Não se  furtar às desnecessidades é uma opção, mas para alguns é assinar um atestado de pobreza, uma rebelião, loucura, frescura... o que eu sei?
Sei que não gosto do barulho de motores...
Sei que a televisão não é uma companheira...
Sei que na cidade que vivo mais de 50% da população é racista e isso inclui negros e indígenas...
Sei que a "pseudo-intelectualidade" não conhece nada sobre a cidade, exceto os excentrismos históricos e suas mentiras criminosas...
Sei que apesar de tudo isso eu continuo vivo e sem ódio demais no coração...
Sei que apesar de todo o amor que carrego comigo pra toda parte ainda encontro pessoas que me julgam, me tomam, me discriminam como a um animal asqueroso...
Sei que nada do que eu diga, faça, ou pense vai mudar a mentalidade desse povo, mas eu não fico calado, nem parado e minha imaginação jamais há de me manter na ignorância da maldade...
Não sei de mais nada.
Não sei se quero saber.

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