terça-feira, 17 de julho de 2012

Desgracio-Cidade


A ci-da-de
Des-trói
o des-gra-çado
Humano
No há nenhuma compaixão
Você vive, mas não há uma biografia
É uma contagem progressiva
Que no fim começa a regredir
Aí passa a vida toda que não viveu
Cada passo errado vem na lata
E a peste da cidade aí
Roubando a vida do infeliz
Sempre pronto pra matar por amor
Morrer pelo dinheiro
Para o regozijo dela
Muitos Morrem 
Sem saber o que Morreu
Como quantos vivem
E não sabem
Saber que o fim é tudo
Já é demais

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