quinta-feira, 12 de julho de 2012

Blogger life 19

O inverno chegou e com ele meu medo de o ano acabar e eu não fazer absolutamente nada do que eu planejava. Não sei se eu planejo demais e ajo de menos ou se eu quero fazer mais do que é humanamente possível, o fato é que cá estou no "inverno astral". Eu nem sei mais como fazer para estar nos lugares que eu quero ir e isso é uma coisa razoavelmente simples. Falto a mais compromissos do que seria possível estar presente, mas eu juro que gostaria de estar nos aniversários, nos shows, apresentações e despedidas dos amigos, mas é complicado e vai ficar mais ainda pelo menos até setembro, pois Marieta estará de férias até a primavera. Sim! Nada de bike até setembro. Eu vou morrer? Tomara que não, mas vou ver bem menos gente a menos que venha mais gente me ver. Claro que eu ainda vou sair para encontrar pessoas, mas me entendam se eu não aparecer. Eu sempre entendo quando as pessoas não aparecem.
A bike está desmontada porque eu estou cansado de ter prejuízo com essa cidade alagadiça. Só uns meses a pé pra me fazer ter um pouco mais de ódio pela vida urbana...
... enquanto isso, a briga com o resto do mundo pela Mata do Cobre e Vale do Paraguari vai ocupar mais ainda do meu tempo livre, já que a banda também está de férias, aliás, tenho uma banda nova há alguns meses, mas ainda não é hora de dar as caras.
The Honkers está sem vocalista. Sputter diz que não quer conversa com a gente. Se não lançarmos músicas novas até o fim do ano considerem o fim.
O celular quebrou, arrumei outro: quebrado; arrumei outro: quebrado, minha cunhada linda me arrumou outro que também tem problemas, ou seja...
No São Pedro é que foi onda... 
Estava no desespero de passar o inverno na metrópole (parece viadagem, mas não é), tentando me manter mentalmente sadio e veio o convite pro Capão. Era quarta, íamos quinta... já no caminho alguém se lembrara que esquecera as barracas... eu estava sem barraca porque a minha estava na mão dos outros... sem telefone como é que eu ia pegar minha barraca? Pior não era isso, não. Eu até arrumei um telefone pra tentar me articular melhor pra viagem e pra fazer inveja em gente que tava bem longe da Chapada, mas se eu não tivesse sorte não era tão azarado: O telefone que eu estava descarregou "pra sempre" antes de eu conseguir. O melhor foi que eu pude ir pra guerra de espadas da Urbis (Conjundo Dom Eugênio Sales, "que Deus o tenha!") e encontrei algumas pessoas que me fizeram, acredite, adorar não estar no Capão. Acho que só o sorriso de uma gracinha que esteve aqui em casa já faria toda a chapada florescer, mas é, como dizer... um pouco de exagero.
Agora começou a chover como o inverno manda e aqui estou eu em casa, sem bike, sem mulher, sem grana, sem beber, sem banda... sem banda, não!  Sem um livro, sem um disco, sem uma árvore... Estarei bem ocupado esses dias. Arranjarei tempo pra tudo o que eu não consigo fazer.

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