domingo, 1 de novembro de 2015

O rabo da raposa

Hoje eu vi uma raposa, gato do mato, não sei. Só sei que era um bicho do mato que correu ao me ver e eu só pude ver sua cauda. "Eu queria ver ele correr se Conhaque estivesse comigo." Pensei cá com meus pedais. Escapar como escapou foi uma coisa tão frustrante que queria ver até mesmo ele morto na boca de um cão. (Nossa! Quanta saudade de meu amigo!) Fosse como fosse, era um belo animal selvagem. E tão perto de casa era formidável.
Era mais um pedal matinal ordinário pela  Mata do Cobre com, minha agora única parceira, Marieta em pleno dia de São João. Pedalando, meditando, respirando e tendo idéias loucas de planos inanimáveis. E então me deparo com uma vida desconhecida, ignorada por mim até aquele momento. E completamente dispensável para a maioria dos urbanos. A redescoberta da vida selvagem na mata, mudou meu estado de espírito e melhorou meu ânimo. O rabo da raposa era aquele baseado sem gosto de sangue nem conservantes, magnífico, que me deixou quase em transe num dia qualquer.

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