quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Andar de bike, man. Sem frescura! (II)

Olhe por onde anda! e Veja bem! É preciso estar em dia com a visão, pois um "tropeço" o levará a morte certa. A bicicleta não te dá uma armadura. Ela é frágil e também precisa ser protegida contra choques, e encontrões, e apertões e demais tipos de colisões involuntárias ou não. Entenda que o trânsito urbano numa bicicleta é como um passeio a pé com sua amada num grande centro de beleza, moda,  acessórios femininos (claro que não todas as mulheres, sem machismo!, mas me deixe só cá.). A qualquer momento você pode ser parado porque olhou para o lado, ou porque alguém estava olhando pra vitrine e não lhe viu, ou porque tem gente demais em espaço de menos, ou porque simplesmente alguém reconhece a gostosa ao seu lado e tenta "empurrar" alguma coisa em vocês dois. O trânsito de bike pela cidade assim como no shopping center é traiçoeiro. A atenção e o cuidado na maioria das vezes pode salvar a sua pele, mas em outras, nem adianta.
Não espero que se esconda do tráfego de veículos. Você, ciclista, faz parte dele e precisa ser NOTADO para que possa também ser REPEITADO e o seu espaço. O motorista de modo geral não espera por não motorizados indecisos. Na cabeça de grande parte dos transeuntes um carro em movimento não deve ser importunado, mas apesar de não ser verdade isso exige uma certa lei da sobrevivência ignorada que diz que: o maior protege o menor; o mais forte protege o mais fraco; respeito à vida; respeito às leis de trânsito e essas coisas que não existem a maior parte do tempo. Bom senso é algo incomum então tente preservar o seu.
Dia desses estava pedalando aqui pela suburbana e um motoqueiro buzinou lá do outro lado com muita insistência. Pensei que podia ser para falar comigo, mas eu estava em alta velocidade, numa descendente, sendo seguido por vários outros veículos mais pesados que eu; precisava olhar à minha frente; ao meu lado; para baixo... não ia olhar para longe de meu futuro imediato e ainda tentar reconhecer um rosto provavelmente sob um capacete e esboçar um aceno, uma resposta... foda-se! Não olhei e desci minha serra chegando em casa inteirinho. Na rua o cara tem que estar focado apenas em fluir, entrar no "flow", fazer o vento circundar o corpo e então chegar. É claro que dá tempo pra uma cerveja ou uma paquera, mas é melhor fora do trânsito.
Existe uma infinidade de circunstâncias onde andar de bike e biritar tem tudo a ver, mas no centro da cidade, dessa cidade que eu vivo, ou aqui no bairro mesmo, que´é muito populoso (demais), não é seguro para ninguém um ciclista pedalando embriagado. Seus reflexos, mais do que suas paqueras de estrada, podem lhe matar muito velozmente ou ainda causar estragos os quais você ia preferir estar morto. Não beba e saia pedalando ou se beber volte a pé. No máximo venha devagar pra não se causar muito estrago ou à propriedade alheia, mas evite, na moral! se você for pro trânsito de bicicleta: NÃO BEBA COMO EU!*



a dose recomendada para o consumo de bebida alcoólica, no caso cerveja, e a atividade ciclística é de um litro para cada 20km, sendo que o ciclista também deve ingerir meio litro de suco de fruta, isotônico ou água.(no mínimo um litro se não for beber cerveja)

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