quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Babilônia sem Hamurabi


Como se não bastasse eu ter obrigação de achar graça dos novos comediantes que apelam para sua elevada cultura para fazer humor cada vez mais sem graça com os temas mais banais da novíssima sociedade humana.
Os clássicos da literatura, da filosofia e da música jamais foram tão agredidos e injustiçados como temos visto hoje. Acho que nem mesmo em sua época Freud foi tão popular e tão patético. As pessoas fingem compreender assuntos que não tem o menor interesse em compartilhar e se tornam "experts" sem nunca, nem por um segundo, se dedicar a investigar a fundo qualquer questão.

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