sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Poesia de um bêbado sem telhado

Escrevo poesia
Por que escrevo?
Porque o por quê quer
O que quer o da poesia?

O que queria escrever
Escrevia
O que dizia
Era pura verborragia
Sem verbo
Só poetria
Então excrever

Escrevo poesia
Lá na mesa da cozinha
Na praia escrevi também
A ida e vinda ainda me serve de praça,
De tesão e pirraça
Do que quiser a poesia

A poesia se inventa
Numa nota de cem
Numa nota de fora
Sem tom nenhum
Nem ritmo
Poesia isenta

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